24 de abril de 2011

EXIBIÇÃO E DEBATE DO FILME "O LEITOR"

Com o propósito de promover a intersecção e a interlocução entre a psicanálise e o direito, o Ato Analítico e a OAB-Maringá convidam para um momento de aquecimento para as Jornadas de Direito e Psicanalise da UFPR (08 a 11 de junho de 2011), com a exibição e debate do filme "O Leitor".
Data: 12 de maio
Horário: 19h30
Local: Auditório da OAB - Av.JK, 970 - Maringá-PR
DEBATEDORES: Eyder Lúcio dos Santos (Advogado), Marta Dalla Torre (Psicanalista), Valéria Codato Antonio Silva (Psicanalista)
INFORMAÇÕES: 44-3225-4561

Entrada - 1 Kg de alimento não perecível

13 de abril de 2011

INTERPRETANDO OS SONHOS

Assista a entrevista do programa Destaque com a psicanalista Valéria Codato falando sobre os sonhos.



12 de abril de 2011

LIVROS À VENDA!

Livros com ótimo preço! Descontos especiais que variam de 10 a 20% nos exemplares abaixo.
Para os interessados, favor entrar em contato pelo e-mail: atoanalitico@gmail.com ou pelo fone (44)3225.4561
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Livro: "O que a psicanálise pode ensinar sobre a criança ,sujeito em constituição"
Autores: Leda Mariza Fischer Bernardino (ORG.)


Em seu diálogo com a psiquiatria ,a psicanálise muito tem a dizer sobre a criança ,sujeito em constituição.Os textos aqui reunidos discutem esta interface através de recentes pesquisas sobre a formação do psiquismo humano em sua articulação com o campo simbólico,a partir das primeiras relações pais/bebês.
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Livro: Enquanto o Futuro Não Vem
Autores: Julieta Jerusalinsky



Quando um bebê apresenta problemas do desenvolvimento ou constituição psíquica,a preocupação com seu futuro torna se inevitável para os pais .Surge também uma urgência pela intervenção ,dado que os primeiros anos de vida são fundamentais para a constituição psíquica ,assim como para as aquisições de linguagem,psicomotricidade e processos do pensamento.A clínica interdisciplinar em estimulação precoce atravessada pela psicanálise implica o trabalho em equipe das disciplinas necessárias ao acompanhamento da primeira infância .Deste modo ,prioriza a sustentação do exercício das funções parentais e a apropriação por parte do bebê ,de seu corpo e de suas experiências de vida por meio da produção própria da infância :brincar ...enquanto o futuro não vem
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Livro: O Corpo na Neurologia e na Psicanálise
Autores: Jean Bergès



Chefe da clínica ,responsável pela Unité de psychopathologie de l'enfant et de l'adolescent do Hospital Saint-Anne,em paris,e psicanalista,Jean Bergés questionou incessantemente o lugar do corpo na línica .Seus trabalhos ,ligados a um percurso original,são diretamente articuláveis ao debate atual aberto pelas neurociências.Eles trazem um amplo esclarecimento tanto à neurologia ea á psiquiatria infantil quanto á psicomotricidade,à fonoaudiologia,à pedagogia e à psicanálise.

28 de março de 2011

Dia Internacional da Mulher



No mês de março, a data do dia 8 no calendário não passa desapercebida como várias outras alusivas à temas que merecem ser ressaltados ou comemorados para reforçar a sua memória e não cair no esquecimento.

Sem levar em consideração os fatos históricos que originaram o Dia Internacional da Mulher, tomaremos como referencia o que era sugerido pelos movimentos feministas nas primeiras décadas depois dos anos 60. Uma mulher, para afirmar sua independência, renunciaria à maternidade e ao próprio desejo sexual (desejar um homem); condições que passaram a ser consideradas de submissão ao homem e ao patriarcado. Muitas vezes simbolizavam estes protestos queimando sutiãs em praças públicas. Sua reinvidicação era sair do privado, onde ocupava o lugar de "rainha do lar" ao exercer as funções de esposa e mãe.

Não há como negar que, na atualidade, o espaço que a mulher ocupa expandiu-se para além das fronteiras do privado. Com suas competências, não só dirigem caminhões nas rodovias transportando cargas como também ocupam cargos de dirigentes de nações.

Vale lembrar que fazem questão do sutiã, preferencialmente de modelos que possam ressaltar este atributo físico, alvo da cobiça do universo masculino.

A maternidade, tiram de letra, podendo escolher a data e/ou o sêmem para uma "produção independente", que melhor se adeque a mais este ideal para preencher seu vasto currículo. Fazem questão e amamentar seus bebês, aprendendo todas as regras e normas nos cursos de amamentação, com a garantia de que a aparência de suas mamas serão reparadas pelas próteses de silicone.

Se avaliarmos a mulher de hoje pelas manchetes das capas das revistas, "A Mulher" ideal existe e nada parece lhe faltar. No entanto, há uma pergunta que não quer calar, desde Freud: "O que quer a mulher?". Questão que nos conduz a pensar a feminilidade pela via da psicanálise.

Impulsionado pelo desejo de saber o que seria específico do feminino, Freud iniciou sua clínica tentando escutar as histéricas, e com esta escuta inventou a psicanálise. Ao admitir um não saber, pode construir sua teoria, dando voz e vez àquelas que lhe pediam para que se calasse e as escutasse.

Esta teoria foi apropriada por Lacan que, a partir de sua tese sobre o estudo da paranóia, avançou nos estudos freudianos e desenvolveu o que ele chamou de "Estadio do Espelho", fase em que a criança muito cedo identifica-se com a imagem que vê de si no Outro primordial, a mãe. O mundo dos nossos objetos, portanto, são constituídos a exemplo da imagem apreendida como eu(moi) e como objeto do desejo da mãe,uma imagem sustentada pelo desejo da mãe que é Outro.Uma intrusão primeira, desconhecimento paranóico que forma uma imagem ideal(eu ideal),ilusão aprisionante, mas condição primeira (recalque originário) do falasser que, para se dizer humano, também precisa se apropriar da linguagem que é própria da cultura, o simbólico.

A sexualidade do falasser, macho ou fêmea, é ordenada pelo significante fálico, representante do recalque originário.A anatomia e os fenômenos fisiológicos não são experimentados em estado bruto, mas mediados pela linguagem e simbolizados, obedecendo uma determinação significante na sexuação graças ao valor fálico atribuído pelo Outro primordial.

A saída do Édipo, função normativa ou mesmo tipificante na assunção da posição masculina /feminina ,do lado do menino reconhece as insignias do pai que são da ordem de um traço de identificação paterna que possa lhe garantir uma "virilidade por procuração", da qual fará uso para abordar outra mulheres. Tal qual seu pai, ele próprio passou pela castração, lei que vale para todos seres masculinos e funda a classe dos homens.

Para a menina, do lado da mãe há carência de traço que seria específico da feminilidade,"mas na especificidade de privação do traço(Melman,C. O que quer uma mulher,in Ensino Lacaniano-Coletânea.1985-pag 60),"se queixa de estar privada de um orgão que atestaria sua feminilidade ". Nesta busca, que é constatada pela curiosidade e atenção que as mulheres exercem entre si, na busca deste traço que atestaria sua feminilidade, suporte de uma identificação imaginária, na identificação simbólica",vive assim regularmente em falta em relação à "A Mulher" que ela pensa dever ser.

Movimento que a coloca num paradoxo de sua reenvidicação ,tentando se fazer existir e ouvir como A mulher, toda, sem faltas. O que nos remete aos ilustrativos seriados televisivos: de "Meninas superpoderosas " à " Desesperates house wives".

Mas, se com Lacan concebemos que o "rochedo da castração" está para além, no Real, no que funda o recalque originário, a posição d'A mulher toda é reinvidicação imaginária da neurose, a falta é da ordem da estrutura, que abre a possibilidade de desejo e de satisfações parciais.Também com lacan aprendemos que o objeto é causa do desejo (objeto a).Da condição da "falta em ser" do sujeito, e de se asujeitar a ser objeto do gozo do Outro, identificado ao significante fálico é que pode advir como falasser.

Lacan sublinhou no seminário "As formações do inconsciente" que só existe uma maneira de desejar,qualquer que seja o sexo. pois trata-se de uma condição de estrutura, o destino do falasser:..."se pode perguntar se existe radicalmente outro desejo que não seja o histérico, desejo de desejo insatisfeito"(Andrè,Serge; O que quer uma mulher, p.204).

Freud, um bom neurótico conduzido por um não saber, inventou a psicanálise, também submetido ao enigma do falasser,"che vuoi?"(o que o Outro quer de mim?).O legado Freudiano que hoje norteia nossos não saberes e que coloca os psicanalistas neste trabalho permanente nos leva a concluir que a arte de viver está em construir se no desejo de desejo, cada um se responsabilizando pela suas próprias escolhas," o dono ou a dona de sua história".

26 de março de 2011

ATENÇÃO! Novas datas de seminários em Londrina!

O Ato Analítico novamente estará em Londrina ministrando Seminários de Psicanálise . 
Clique aqui para acessar o folder com o novo cronograma e as informações sobre inscrições!

20 de março de 2011

Congresso Internacional sobre Autismo

O Congresso Internacional sobre Autismo: prevenção, intervenção e pesquisa é uma inicitava da Associação Psicanalítica de Curitiba, sociedade científica sem fins lucraticos cujo objetivo é promover o ensino e a transmissão em psicanálise.
Com mais de 10 anos de experiência, a APC alcança sua maturidade institucional lançando-se a um desafio maior, o de convocar a comunidade científica a se debruçar sobre o tema do autismo infantil precoce.

Clique sobre a imagem abaixo para acessar o folder do evento:

7 de fevereiro de 2011

ATIVIDADES 2011

Dando continuidade à transmissão da psicanálise freudo-lacaniana na cidade de Maringá, convidamos a todos aqueles que se interessam pela formação psicanalítica e que não recuam diante da complexidade que caracteriza essa práxis, a participar das atividades propostas para 2011:

Clique aqui para acessar a programação.