Grupos de Estudos e Supervisão de casos clínicos e institucionais, com a discussão de textos pertinentes à especificidade da prática psicanalítica com crianças e adolescentes: os sintomas, os diagnósticos e a direção da cura.
• Ministrante: Psicanalista Marta Dalla Torre
• Datas: encontros quinzenais, às sextas-feiras, das 18h às 19h30m
• Público Alvo: Profissionais de psicologia, medicina, enfermagem, serviço social, etc ( e acadêmicos de 5º ano de psicologia)
Investimento: R$ 30,00 (inscrição e material) + R$ 100,00(Mensalidade )
Informações e inscrições: 3225.4561 ou atoanalitico@gmail.com
15 de fevereiro de 2013
GRUPO DE TRABALHO: A PSICANÁLISE E SUA PRÁTICA
Espaço de discussão sobre o método da psicanálise: entrevistas preliminares, o uso do divã, o início do tratamento e a direção da cura, a escuta e a ética do analista, a prática lacaniana, as intervenções do analista, os efeitos de uma análise, a psicanálise e sua prática nas instituições. Estudos de casos clínicos acompanham a discussão teórica e clínica.
Datas: encontros quinzenais, às sextas-feiras, das 18h30 às 20h
Coordenação: Psicanalistas Marta Dalla Torre e Valéria Codato
Profissionais interessados deverão agendar entrevista prévia pelo fone 44-3225.4561
RETORNO À LETRA: METAPSICOLOGIA E OUTROS TEXTOS FREUDI ANOS
O Grupo de Estudos "Retorno à Letra" prepara-se para retornar aos textos em 2013!
Dois grupos encontram-se em andamento, seguindo um roteiro que começa nos textos pré-psicanalíticos, segue pelos textos da metapsicologia e alcança aqueles considerados escritos "sociológicos" de Freud.
Os grupos se reunem quinzenalmente às segundas -feiras, de forma alternada, e estão abertas vagas para novos integrantes. Os interessados devem entrar em contato com a psicanalista Valéria Codato, coordenadora dos mesmos.
Início previsto: Ano II - 11 de março; Ano IV - 04 de março
Investimento: R$ 100,00/mês
Período: março a novembro
Maiores informações e inscrições: 44-32254561 ou atoanalitico@gmail.com
Dois grupos encontram-se em andamento, seguindo um roteiro que começa nos textos pré-psicanalíticos, segue pelos textos da metapsicologia e alcança aqueles considerados escritos "sociológicos" de Freud.
Os grupos se reunem quinzenalmente às segundas -feiras, de forma alternada, e estão abertas vagas para novos integrantes. Os interessados devem entrar em contato com a psicanalista Valéria Codato, coordenadora dos mesmos.
Início previsto: Ano II - 11 de março; Ano IV - 04 de março
Investimento: R$ 100,00/mês
Período: março a novembro
Maiores informações e inscrições: 44-32254561 ou atoanalitico@gmail.com
27 de dezembro de 2012
PSICANÁLISE FRANCESA PARA BRASILEIROS
As psicanalistas do Ato Analítico, Marta Dalla Torre e Valéria Codato, participarão de Seminários de Psicanálise em Paris durante o mês de janeiro de 2013. Além de Seminários, realizarão uma programação que inclui visitas a instituições de transmissão e formação em psicanálise lacaniana, visitas a serviços públicos onde se oferece o trabalho psicanalítico, e entrevistas com psicanalistas franceses renomados.
Após o retorno, certamente serão apresentados temas trabalhados durante essa jornada de estudos e trabalho!
Aguardem a programação de atividades de ensino, transmissão e formação para 2013!!!
Após o retorno, certamente serão apresentados temas trabalhados durante essa jornada de estudos e trabalho!
Aguardem a programação de atividades de ensino, transmissão e formação para 2013!!!
12 de outubro de 2012
"QUANTO CUSTA UM FILHO ?"
A invenção da infância se dá a partir do século XVII,quando a criança passa a ser diferenciada dos adultos, cuidada ,protegida e educada num ambiente próprio para ela. Até então, a criança ,tão logo não precisasse dos cuidados maternos,misturava se aos adultos e extinguia se as diferenças.Participavam,portanto, do mundo adulto em pé de igualdade,aprendendo tarefas e responsabilidades do viver em comunidade,pois a família era mais uma realidade moral e social, do que sentimental.
Com o reconhecimento da diferença entre a criança e o adulto,passou se então a construir o sentimento de infância ,que não significava afetividade ,mas o que era peculiar da criança ,destinando a ela cuidados , que a colocava em um lugar de fraqueza e inocência.
Esta concepção da criança ,com o acesso à escola e a uma educação assistida, levou paulatinamente a uma infância prolongada.
Desta forma ,a aprendizagem que se dava na comunidade ,junto a várias famílias,e agora exclusiva da escola, produz uma profunda modificação no sentimento familiar e da infância ,provocando maior afeto entre pais e filhos.São estas as condições que dão origem à família moderna,fundada no amor materno e submetida ao poder paterno.Modelo onde a função materna e função paterna,davam, pela ordem geracional, um lugar distinto à mãe, ao pai e aos filhos;a família como célula da sociedade.
Esta concepção da família moderna ,na nossa contemporaneidade,vem sofrendo uma dissolução.
Segundo Charles Melman , "(...)pela primeira vez a instituição familiar está desaparecendo.Nesse processo podemos constatar que o papel da autoridade do pai foi definitivamente demolido." A lei transmitida pela função paterna ,ordenadora e referencial do laço social, claudica ,não sem consequências.Vale ainda dizer que ,o desenvolvimento biotecnológico, corroborando com esta "demolição paterna'', promove a ilusão de dar consistência ao desamparo do sujeito,que na roda viva do consumo, se faz consumir,num interrupto processo de produzir e consumir objetos de toda ordem.
A lei, é a lei do mercado,que promove uma busca sem limites, para atingir a excelência , a completude de nada faltar e de tudo se assegurar e controlar.
A medida da vida ,da ex-sistência é mostrada pelos estudos estatísticos, seja calculando o preço da felicidade ("A felicidade custa R$11 mil"-Folha de S.Paulo -A13-07 de setembro de 2010), seja no cálculo "da planilha de gastos e pesquisa de preços para evitar sustos depois do nascimento do bebê" (Folha de S.Paulo-B3,20 de agosto de 2012).
Sem tempo ,sem intervalos,o que falta ,é a falta,os intervalos necessários e fundadores dos tempos do sujeito e da história.
TEMPO, constituinte do sujeito, já no imaginário da mãe ,antes mesmo de sua concepção, e que portanto impossível de ser "fotografado",apesar de toda a tecnologia, e que, é neste lugar de desejo-de-filho,desejo inconsciente, que ele irá ser alojado e alojar se ao nascer.Lugar desde onde, este Outro Primordial ,a mãe, lhe recobrirá de palavras,de histórias e sentidos ,através de seus cuidados que exigem tempo e dedicação.
TEMPO ,onde também a mãe se organiza e precisa para si ,que promove intervalos nestes cuidados,possibilitando ao seu bebê, construir a organização de seu mundo próprio .
TEMPO, que abrirá o intervalo onde o pai ,que sempre esteve por ali,apareça, agora como aquele que diz outras palavras ,e conta outras histórias,dando assim a garantia que a criança precisa ,para sair do convívio familiar e encontrar se com os outros do social.
TEMPO em que a criança ao contar-se, aprende a contar ; falando,aprende a ler e escrever,criando e brincando,com seu tempo e a seu tempo.
Concluindo;um filho custa TEMPO ! Infelizmente,ou melhor felizmente,este produto ainda não esta disponível no mercado.
FELIZ DIA DA CRIANÇA!
Com o reconhecimento da diferença entre a criança e o adulto,passou se então a construir o sentimento de infância ,que não significava afetividade ,mas o que era peculiar da criança ,destinando a ela cuidados , que a colocava em um lugar de fraqueza e inocência.
Esta concepção da criança ,com o acesso à escola e a uma educação assistida, levou paulatinamente a uma infância prolongada.
Desta forma ,a aprendizagem que se dava na comunidade ,junto a várias famílias,e agora exclusiva da escola, produz uma profunda modificação no sentimento familiar e da infância ,provocando maior afeto entre pais e filhos.São estas as condições que dão origem à família moderna,fundada no amor materno e submetida ao poder paterno.Modelo onde a função materna e função paterna,davam, pela ordem geracional, um lugar distinto à mãe, ao pai e aos filhos;a família como célula da sociedade.
Esta concepção da família moderna ,na nossa contemporaneidade,vem sofrendo uma dissolução.
Segundo Charles Melman , "(...)pela primeira vez a instituição familiar está desaparecendo.Nesse processo podemos constatar que o papel da autoridade do pai foi definitivamente demolido." A lei transmitida pela função paterna ,ordenadora e referencial do laço social, claudica ,não sem consequências.Vale ainda dizer que ,o desenvolvimento biotecnológico, corroborando com esta "demolição paterna'', promove a ilusão de dar consistência ao desamparo do sujeito,que na roda viva do consumo, se faz consumir,num interrupto processo de produzir e consumir objetos de toda ordem.
A lei, é a lei do mercado,que promove uma busca sem limites, para atingir a excelência , a completude de nada faltar e de tudo se assegurar e controlar.
A medida da vida ,da ex-sistência é mostrada pelos estudos estatísticos, seja calculando o preço da felicidade ("A felicidade custa R$11 mil"-Folha de S.Paulo -A13-07 de setembro de 2010), seja no cálculo "da planilha de gastos e pesquisa de preços para evitar sustos depois do nascimento do bebê" (Folha de S.Paulo-B3,20 de agosto de 2012).
Sem tempo ,sem intervalos,o que falta ,é a falta,os intervalos necessários e fundadores dos tempos do sujeito e da história.
TEMPO, constituinte do sujeito, já no imaginário da mãe ,antes mesmo de sua concepção, e que portanto impossível de ser "fotografado",apesar de toda a tecnologia, e que, é neste lugar de desejo-de-filho,desejo inconsciente, que ele irá ser alojado e alojar se ao nascer.Lugar desde onde, este Outro Primordial ,a mãe, lhe recobrirá de palavras,de histórias e sentidos ,através de seus cuidados que exigem tempo e dedicação.
TEMPO ,onde também a mãe se organiza e precisa para si ,que promove intervalos nestes cuidados,possibilitando ao seu bebê, construir a organização de seu mundo próprio .
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TEMPO em que a criança ao contar-se, aprende a contar ; falando,aprende a ler e escrever,criando e brincando,com seu tempo e a seu tempo.
Concluindo;um filho custa TEMPO ! Infelizmente,ou melhor felizmente,este produto ainda não esta disponível no mercado.
FELIZ DIA DA CRIANÇA!
por Marta Dalla Torre
5 de outubro de 2012
2 de outubro de 2012
NO MÊS DAS CRIANÇAS OFERECEMOS DESCONTOS ESPECIAIS PARA OS LIVROS SOBRE PSICANÁLISE COM CRIANÇAS
LIVROS COM DESCONTO ESPECIAL!
*****Desconto de 10% na compra de 1 ou 2 livros, e 20% na compra de 3 ou mais livros , no mês de outubro* * * Interessados devem entrar em contato:* * * *atoanalitico@gmail.com* * * * (44) 3225 4561 * * * *
Coleção Calças Curtas - Ed. Ágalma: Dedica-se aos profissionais da primeira infância, com um enfoque psicanalítico, porém voltado ao interdisciplinar no campo da intervenção precoce.
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- Palavras em Torno do Berço - Daniele de Brito Wanderley (org.)
- A Criação da Criança - Julieta Jerusalinsky
- O Cravo e a Rosa - Daniele de Brito Wanderley (org.)
- Enquanto o Futuro não vem - Julieta Jerusalinsky
- Espelho, espelho meu - Isabela Santoro Campanário
Coleção Psicanálise da Criança - Ed. Ágalma
- Dos Cantos em Cantos - Jandyra Mengarelli (org.)
- Quando chega ao final a análise de uma criança? - Maria Cristina Vecino de Vidal (org.)
- Psicanalisa crianças: que desejo é esse? Leda Maria Fischer Bernardino (org.)
- O mundo, a gente traça - Angela B. do Rio Teixeira (org.)
Títulos variados - Cia de Freud
- A criança no Espelho - Émile Jalley
- Rumo à Fala: Três crianças autistas em psicanálise - Marie Christine Laznik
- Psicanálise e Infância: Clínica com crianças - Renata Petri
Títulos variados - CMC
- O Corpo na Neurologia e na Psicanálise - Jean Bergès
- A Atualidade das Teorias Sexuais Infantis - Jean Bergès e Gabriel Balbo
- Psicoterapias de crianças, crianças em psicanálise - Jean Bergès e Gabriel Balbo
- Adoção e Parentalidade: questões atuais - Nazir Hamad
- O que aprendemos com as crianças que não aprendem? Jean Bergès, Marika Bergès-Bounes, Sandrine Calmettes-Jean
Revistas de Outras editoras:
- Da Infância à adolescência: Os tempos do Sujeito - APPOA
- Autismo - APC/Juruá
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